terça-feira, 22 de novembro de 2011

Disortográfia


Disortográfia


Até a 2ª série é comum que as crianças façam confusões ortográficas porque a relação com os sons e palavras impressas ainda não estão dominadas por completo. Porém, após estas séries, se as trocas ortográficas persistirem repetidamente, é importante que o professor esteja atento já que pode se tratar de uma disortografia.
A característica principal de um sujeito com disortografia são as confusões de letras, sílabas de palavras, e trocas ortográficas já conhecidas e trabalhadas pelo professor.
(Simaia Sampaio)
Visite este site e saiba mais!!!!

Disartria

Simaia Sampaio

Tem como característica principal a fala lenta e arrastada devido a alterações dos mecanismos nervosos que coordenam os órgãos
responsáveis pela fonação.A disartria de origem muscular é resultante de paresia, paralisia ou ataxia dos músculos que intervêm nesta articulação.A disartria pode ter origem em lesões no sistema nervoso o que altera o controle dos nervos provocando uma má articulação.Podemos encontrar a disatria em pessoas que sofrem de paralisia periférica do nervo hipoglosso (duodéssimo par dos nervos cranianos. Inerva os músculos da língua) pneumogástrico (nervo vago ou décimo par craniano que inerva a laringe, pulmões, esôfago, estômago e a maioria das vísceras abdominais) e facial. Em pessoas que apresentam esclerose, intoxicação alcoólica, com tumores (malignos ou benignos) no cérebro, cerebelo ou tronco encefálico, traumatismos crânio-encefálicos.No caso de lesões cerebrais, os exames clínicos mostram que as alterações não se manifestam isoladamente estando associada geralmente a outros distúrbios tais como gnósio-apráxicos ou transtornos disfásicos.


JOSÉ, Elisabete da Assunção José & COELHO, Maria Teresa. Problemas de Aprendizagem. 12ª edição, São Paulo: Ática.




http://www.psiqweb.med.br/cursos/linguag.html



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Você sabe se seu filho é disléxico?

Boa tarde!
Segue para vocês uma reportagem sobre saber se uma criança é ou não disléxica,muito se fala de dislexia ou culpa-se as crianças por se preguiçosa ou não se esforçar para aprender. “A dislexia é um distúrbio que abrange uma disfunção específica da leitura, mas também pode afetar a linguagem como um todo, com manifestações também na escrita.”
A fase da alfabetização é a mais complicada para a criança e dificuldades irão surgir, mas com os pais observando o que é apenas uma dificuldade  ou o que realmente pode ser trato irá facilitar a vida dessa criança!
Leia a reportagem e saiba como ajudar, seu filho, irmão, primo, sobrinho, aluno por fim ajudar quem precisa!
Segue o link da reportagem!

http://delas.ig.com.br/filhos/voce-sabe-se-seu-filho-e-dislexico/n1237623473685.html

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Os subtipos de discalculia

Segundo Garcia a discalculia é classificada em seis subtipos, podendo ocorrer em combinações diferentes e com outros transtornos de aprendizagem:
Discalculia Verbal - dificuldade para nomear as quantidades matemáticas, os números, os termos, os símbolos e as relações.
Discalculia Practognóstica - dificuldade para enumerar, comparar e manipular objetos reais ou em imagens matematicamente.
Discalculia Léxica - Dificuldades na leitura de simbolos matemáticos.
Discalculia Gráfica - Dificuldades na escrita de símbolos matemáticos.
Discalculia Ideognóstica – Dificuldades em fazer operações mentais e na compreensão de conceitos matemáticos.
Discalculia Operacional - Dificuldades na execução de operações e cálculos numéricos.
Texto extraído do Manual de Dificuldades de Aprendizagem - Jesus Nicasio Garcia - Ed. Artmed
fonte: discalculinos.blogspot.com/os-subtipos-de-discalculia.html

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Discalculia

A discalculia é uma má formação neurológica que provoca transtornos na aprendizagem de tudo o que se relaciona a números, como fazer operações matemáticas, fazer classificações, dificuldade em entender os conceitos matemáticos, a aplicação da matemática no cotidiano e na sequenciação numérica. Acredita-se que a causa dessa má formação pode ser genética, neurobiológica ou epidemiológica. Normalmente, crianças e qualquer outra pessoa que possui tal distúrbio apresentam sinais como dificuldade com tabuadas, ordens numéricas, dificuldades em posicionar os números em folha de papel, dificuldade em somar, subtrair, multiplicar e dividir, dificuldade em memorizar cálculos e fórmulas, dificuldade em distinguir os símbolos matemáticos, dificuldade em compreender os termos utilizados. Algumas das dificuldades ainda existentes em pessoas com discalculia é também caracterizada na dislexia, distúrbio que apresenta dificuldade em ler, escrever e soletrar, pois a pessoa com necessidade educativa especial possui dificuldade em interpretar o enunciado dos exercícios e dos conceitos matemáticos. A discalculia já pode ser notada a partir da pré-escola, quando a criança tende a ter dificuldades em compreender os termos já utilizados, como igual, diferente, porém somente após a introdução de símbolos e conceitos mais específicos é que o problema se acentua e sim já pode ser diagnosticado. Existem métodos que podem facilitar a vida dessas pessoas quando necessitam da matemática. Para melhorar o seu desempenho, o professor deve permitir que o indivíduo utilize tabuada, calculadora, cadernos quadriculados e elaborar exercícios e provas com enunciados mais claros e diretos. Ainda pode estimular o indivíduo passando trabalhos de casa com exercícios repetitivos e cumulativo.
Por Gabriela CabralFonte: http://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/discalculia.htm

Sinais e sintomas da Deficiência Visual

Sintomas: tonturas, náuseas e dor de cabeça; sensibilidade excessiva à luz (fotofobia);• visão dupla e embaçada;




Sinais: aperta e esfrega os olhos;• irritação, olhos avermelhados e/ou lacrimejantes;• pálpebras com as bordas avermelhadas ou inchadas;• purgações e terçóis;• estrabismo;• nistagmo (olhos em constante oscilação);• piscar excessivamente;• crosta presente na área de implante dos cílios;• franzimento da testa, ou piscar contínuo, para fixar perto ou longe;• dificuldade para seguimento de objeto;• cautela excessiva ao andar;• tropeço e queda freqüentes;• desatenção e falta de interesse;• inquietação e irritabilidade;• dificuldade para leitura e escrita;• aproximação excessiva do objeto que está sendo visto;• postura inadequada;• fadiga ao esforço visual.





Em nosso meio, a baixa visão ainda passa, muitas vezes, desapercebida a pais e professores, manifestando-se, com freqüência, no momento em que aumentam na escola os níveis de exigência quanto ao desempenho visual da criança, para perto. Por sua vez, a cegueira é mais facilmente detectada e geralmente diagnosticada mais cedo.A detecção precoce de quaisquer dos problemas pode constituir fator decisivo no desenvolvimento global da criança, desde que sejam propiciadas condições de estimulação adequada a suas necessidades de maturação, favorecendo o desenvolvimento máximo de suas potencialidades e minimizando as limitações impostas pela incapacidade visual.Em todas as situações escolares, o professor tem, normalmente, oportunidade de observar sinais, sintomas, posturas e condutas do aluno, que indicam a necessidade de encaminhamento a um exame clínico apurado.




Fonte :http://www.portaldaoftalmologico.com.br/ blog: Deficiência visual e Educação.




Referente à baixa visão precisamos ficar bem atentos, pois conheci alguns casos de crianças que chegaram a repetir o ano na escola devido à falta de vontade de aprender. Na verdade devido a não enxergar direito a criança não tinha vontade alguma de ficar em sala de aula.
Não necessariamente ter baixa visão, basta à criança ter uma dificuldade nos olhos que a falta de vontade logo aparece.
Eu como mãe de uma criança de baixa visão, costumo acompanhar meu filho em tudo que ele faz, sei que ele não tem interesse em trabalhar com cores claras de giz de cera, pois ao passar no papel quase não enxerga a cor, não gosta de desenhos pequenos e letras pequenas, com ele a professora trabalha bastante com materiais grandes e cores vibrantes para que ele possa ter vontade de aprender e participar das aulas.

Marcia Cardoso

 

Daltonismo

Daltonismo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Daltonismo




(John Dalton, primeiro cientista a pesquisar o distúrbio ocular).




O daltonismo (também chamado de discromatopsia ou discromopsia) é uma perturbação da percepção visual onde se vê várias cores caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestando-se muitas vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho. Esta perturbação tem normalmente origem genética,mas pode também resultar de lesão nos órgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica.
O distúrbio, que era desconhecido desde o
século XVIII, recebeu esse nome em homenagem ao químico John Dalton, que foi o primeiro cientista a estudar a anomalia de que ele mesmo era portador. Uma vez que esse problema está geneticamente ligado ao cromossomo X, ocorre com maior frequência entre os homens, que possuem apenas um cromossomo X, enquanto mulheres possuem dois.
Os portadores do gene anômalo apresentam dificuldade na percepção de determinadas
cores primárias, como o verde e o vermelho, o que se repercute na percepção das restantes cores do espectro. Esta perturbação é causada por ausência ou menor número de alguns tipos de cones ou por uma perda de função parcial ou total destes, normalmente associada à diminuição de pigmento nos fotoreceptores que deixam de ser capazes de processar diferencialmente a informação luminosa de cor.


 
Não deve ser nada fácil reconhecer uma criança, um aluno com Daltonismo, em muitos casos somente na fase adulta é diagnosticado, mas nós como pedagogos precisamos ficar atentos com os vários sintomas que nossos alunos apresentam em sala de aula.

Márcia Cardoso